Obrigado, Martin Jonen
É bom encontrar pares igualmente interessados em melhorar e evoluir, não só como programador mas também como ser humano. Recentemente encontrei um.
É bom encontrar pares igualmente interessados em melhorar e evoluir, não só como programador mas também como ser humano. Recentemente encontrei um.
Este post dirige-se à personagem colectiva que representa todas as pessoas já me disseram que gostam de algumas coisas da nova sintaxe funcional da 7.4 mas acham que não se deve exagerar e se deve evitar usar REDUCE e essas coisas desnecessariamente esquisitas pois o código fica mais obscuro, é mais lento e não vêem vantagens.
Estás a falar a sério?
No final do século passado, um determinado gestor de projecto de um determinado cliente meteu na cabeça que não queria fazer upgrade ao seu sistema SAP. Em vez disso decidiu implementar manualmente as notas SAP equivalentes a fazer esse upgrade. Todas as 1000 notas.
Na terça-feira fui convidado pelo Renan Correa para participar no podcast Sem especificação.
O meu querido amigo Sérgio Fraga faleceu.
O Abapinho também é dele. Para sempre.
Obrigado amigo por tudo o que foste.
O João estuda Engenharia Informática na Universidade onde aprende Java, polimorfismo, encapsulamento e uma série de outras técnicas e boas prácticas. Quando termina o curso é contratado por uma empresa para trabalhar em SAP. No curso de introdução ao ABAP que a empresa lhe oferece, a primeira coisa que ensinam é como fazer o programa ZJOAO. Explicam assim:
_“Vais à SE38, crias o programa ZJOAO e crias logo os includes ZJOAO_TOP, ZJOAO_FRM e ZJOAO_SEL. Depois metes as variáveis todas no _TOP, o ecrã de selecção no _SEL e todos os FORMs no FRM. A partir daqui é só ires programando. Primeiro escreves START-OF-SELECTION e a seguir fazes todos os SELECTs e depois escreves END-OF-SELECTION e mostras tudo numa ALV. É simples, vês? Bem-vindo ao ABAP.”
Não deixes para amanhã o que podes fazer SY-DATUM.
Ora bem, este é o primeiro artigo do Abapinho em que o título se sente um bocado perdido na tradução. Mas mesmo tendo consciência de que não é semanticamente são, penso ser o único título à altura do que aqui vos apresento.
Boa parte dos meus amigos quando compra um computador novo preocupa-se imenso com a velocidade do CPU e a velocidade do disco e a velocidade da memória e a velocidade do raio que os parta. E depois compra um rato de 1200$00 e um teclado de 1400$00. Ironia. Enquanto o CPU e o disco e a memória e o tal raio que os parta acabam quase sempre por ser bastante desperdiçados, o rato e o teclado são usados por inteiro durante a totalidade do tempo de utilização do computador. Quantas vezes não pego num rato alheio que para que ele se chegue a um ícone quase tenho de lhe atravessar umas chapadas, só porque o rato é de má qualidade ou porque o seu dono nunca se deu ao trabalho de usar um tapete apropriado. Não faz sentido. Para quem, como eu, faz do computador a sua ferramenta principal de trabalho, a forma como se interage com ele deve ter o menor atrito possível, deve facilitar e não dificultar.