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Afinal a podridão é nobre

Durante anos queixei-me por o ambiente de desenvolvimento do SAP ser tão retrógrado e antiquado e por demorar tanto tempo a evoluir Sempre que mo ouvia dizer, um amigo meu avisava-me sabiamente: “não mordas a mão que te dá de comer”.

Mas como pode um homem ficar calado?

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Padrões de projecto de software em ABAP

Estamos em constante aprendizagem. Mas volta não volta aprendemos algo que nos obriga a dar um salto paradigmático na forma como olhamos para o que fazemos.

A última vez que isso me tinha acontecido foi quando comecei a usar OO em ABAP. OO não era novo para mim pois sempre programei em Java, C#, C++, etc. Mas poder finalmente aplicar os conceitos de OO em ABAP foi um alívio e um salto quântico na qualidade, flexibilidade e velocidade do meu trabalho.

Sinto-me neste momento a dar mais um salto. Porque estou finalmente a aprender a usar padrões de projecto (software design patterns). Desde sempre que ouvi falar neles mas nunca lhes dei a devida atenção. Por exemplo, o site de ABAP ZEVOLVING há muitos anos que fala neles e lembro-me de ter lido vários destes artigos. Mas de alguma forma ainda não tinha encontrado um texto que, para além de os explicar, mostrasse de forma clara as vantagens da sua utilização.

Agora, graças ao Miguel Jorge, encontrei: Head First Design Patterns. Além de cómico, explica de forma clara e simples as limitações dos paradigmas OO e como é que a utilização de padrões de projecto podem ajudar a contorná-las.

Este site tem links para vários textos interessantes, inclusive para o que parece ser uma versão PDF do livro acima referido. E também para esta página que os descrever e até critica.

A partir de hoje sempre que desenhar soluções OO tentarei ter presentes os vários padrões existentes e aplicá-los sempre que tiverem cabimento.

Obrigado Miguel Jorge!

O Abapinho saúda-vos.

Índices secundários em tabelas internas

Durante anos as tabelas internas eram declaradas assim:


DATA: itbl TYPE TABLE OF bkpf.

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Como sabotar textos standard

Às vezes não gosto dos nomes que a SAP deu às coisas. E então mudo-os.

Por exemplo, um dia estava muito zangado e achava que os clientes eram todos uns parasitas.

Então fiz o seguinte:

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Eu te baptizo em nome do ABAP

Quando aprendemos ABAP ensinam-nos uma série de regras sobre como dar nomes a variáveis. Ainda que nem todos acabem por dar nomes iguais, ainda assim partilham-se algumas ideias rígidas:

  • As variáveis locais começam por L: L_BUKRS;
  • As variáveis globais começam por G: G_MODE;
  • As tabelas internas têm de ter lá um T_: LT_MARA;
  • As estruturas têm de ter lá um S_: LS_MARA;
  • As referências para objectos começam por R_: R_CUSTOMER;
  • Os parâmetros input devem começar por I, os output por O, os changing por C e os returning por R.
  • E a mais estúpida de todas, os field-symbols devem começar por FS_: <FS_MARA>.

No início do século XXI isto até fazia sentido (excepto a dos field-symbols que já na altura era tão estúpida como escrever a palavra “lápis” em todos os lápis que tivermos). Hoje quase já não. Passo a explicar.
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DELETE vs CLEAR vs REFRESH vs FREE

DELETE
CLEAR
REFRESH
FREE

São várias maneiras de limpar os dados de uma tabela interna.
À partida parecem iguais.
Mas não são.

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Converter excepção em classe de excepção

Se ainda não usas classes de excepção fazes mal. Porque são muito boas para a saúde do código. Além de nutritivas, emagrecem-no e tornam-no mais resistente a doenças.

Mas há casos em que ainda é preciso lidar com as antigas excepções. Por exemplo quando se invoca um módulo de função.

Neste artigo apresento uma sugestão um bocado rebuscada mas que funciona muito bem para integrar as excepções antigas com classe de excepção de uma forma simples. A solução é rebuscada mas só tem de ser feita uma vez. Uma vez feita, a forma como se a usa não tem nada de rebuscado.

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Ensina o ABAP a fazer malabarismo

O que podemos fazer quando as noites não são suficientes para os processamentos diários?

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Procurar texto numa WebDynpro

A SAP não sabe fazer as coisas bem à primeira. As WebDynpros são um bom exemplo disso. Aquilo nem sequer permite pesquisar texto. É triste.

Felizmente o Sérgio Fraga descobriu uma forma, ainda que rebuscada:

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Cadeias de excepções

Hoje vou ensinar-te a encadear excepções. É uma solução muito práctica para um problema complicado mas pouco óbvio.

Começo por descrever o problema.

Imagina que estás na aplicação BANANA.
É uma aplicação bastante complexa.
Tem, aliás, três módulos. São eles BANANA1, BANANA2 e BANANA3.
Cada um tem a sua classe de excepção ZCX_BANANA1, ZCX_BANANA2 e ZCX_BANANA3.
E como a aplicação até está bem desenhada, todas as classes de excepção herdam da mesma ZCX_BANANA.
Agora imagina o seguinte cenário.
Estás no módulo BANANA1 a fazer não sei o quê.
E lá tens de chamar uma classe do módulo MORANGO
Ora essa classe lança, claro, excepções, do tipo ZCX_MORANGO.
Este é o contexto.

Tens várias hipóteses:

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Comunicação por evento entre programas

Na mitologia grega a forma de comunicação mais frequentemente utilizada pelos deuses para comunicar com os mortais era o estupro. Estupravam por dá cá aquela palha.

O mais parecido que temos com estupro no ABAP é o comando SUBMIT, que é também a forma mais comum de comunicação entre dois programas.

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Pacotes 2.0

O repositório do R/3 é uma coisa maravilhosa. Um vasto armazém de elementos de dados, estruturas, tabelas e muito mais, prontamente disponíveis a todos. Como programadores, é fácil e conveniente escolher estes objectos e puxa-los para os nossos programas à medida das necessidades sem que a preciosa linha de pensamento seja interrompida.
Mas nem tudo é sol e flores. Se não tiveres cuidado com os cogumelos que apanhas podes dar por ti com um envenenado entre mãos.

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Request Based Debugging

Se em debug consultares a variável de sistema UNAME dentro de uma chamada RFC podes achar estranho encontrar um utilizador que não o teu. O que acontece é que o sistema adopta um utilizador específico a chamadas remotas e uma nova sessão é iniciada. Uma nova sessão implica um novo contexto de execução e, consequentemente, todos os nossos breakpoints, já estrategicamente colocados, não serão reconhecidos.

Este problema pode dificultar um debug simples obrigando-nos a percorrer o código à procura DAQUELA chamada remota ÀQUELE sistema em particular.

A SAP tem a solução.

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O detective do ABAP

Em SAP, quando um desenvolvimento está concluído, chega finalmente o momento de o enviar para outros sistemas onde pode ser devidamente testado e por fim executado pelos utilizadores.
Mas antes disso, é crucial verificar se não existem lapsos, erros e afins que possam levar ao aparecimento de alguns comportamentos imprevisíveis por parte dos nossos programas.
Existe uma ferramenta muito útil que permite filtrar alguns desses erros e lacunas. Chama-se ABAP Code Inspector.

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Matemática problemática

Sabes a diferença entre um mistério e um enigma? Num enigma sabe-se que há uma solução mas esta não é conhecida; já num mistério, não se sabe se haverá solução.

Concordas com isto?
5 * 3 / 10 = ( 5 * 3 ) / 10 = 5 * ( 3 / 10 ) = 1.5

Se não concordas, devias concordar porque é um facto matemático.

Mas vamos lá fazer umas experiências.

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