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Classe para garantir segurança em programação dinâmica

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No outro dia encontrei um programa que gerava um comando SQL com base em várias variáveis fixadas no código. Mas, por distracção ou ignorância, a alminha que fez aquilo achou que fazia sentido associar essas variáveis a símbolos de texto. Algo assim:

Relatório de consistência da SALV

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Às vezes uma SALV pode ter inconsistências que passam despercebidas a quem as programa. Um exemplo é uma estrutura com um campo WRBTR sem um campo de moeda associado:

Entra numa transacção sem passar pelo ecrã de selecção

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Mais uma vez o SAPGui me surpreende com mais um atalho obscuro que desconhecia. Usemos a transacção de visualização de clientes XD03 como exemplo: Entras no ecrã de selecção da transacção escrevendo lá em cima /NXD03 Introduzes o número do cliente que queres visualizar e carregas em ENTER Fazes lá o que tens a fazer e depois sais da transacção Mas… de repente… precisas de ver mais qualquer coisa desse cliente

Copiar variante do Code Inspector para outro sistema

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No meu cliente tenho três ambientes de desenvolvimento. Dantes tinha só um. E foi nesse que configurei a variante do Code Inspector que uso para correr o Abap Test Cockpit. Quando apareceram os outros dois, antes de me decidir a replicar a variante à mão em cada um deles, decidi investigar um pouco. Para minha surpresa encontrei no GitHub o projecto upDOWNci que faz exactamente o que eu precisava: exportar e importar variantes do Code Inspector.

Pasta física vs pasta lógica

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Se num relatório chamado APP1 precisares de gravar um ficheiro numa determinada pasta do servidor (ex.: /export/app1/) e não quiseres que esta pasta seja um parâmetro, como fazes?

Fechar automaticamente as portas que tu abres

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Estas no editor. Introduzes um ( ou [ ou { ou ' e o SAP é mongo e não o fecha certo? Ora bem, Clica no ícone em baixo à direita que acede às opções do SAPGui onde adicionamos template. Na opção formatting , activas o Enable Auto Brackets e voilá, o SAP começa a fechar automaticamente as portas que tu abres. Mais valia que isto viesse activado de raiz.

Dantes o ABAP gostava de inverter datas

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Todos os dias o ABAP me revela coisas novos. Às vezes coisas que mais valia eu nem saber que existem. Como esta. A tabela T056P tem um campo com uma data. Fazendo um SELECT a esta tabela filtrando pela data não conseguia obter nada de jeito. Mas o código parecia correcto. Na SE16N descobri que o intervalo de datas também não funcionava conforme esperado: só apresentava resultados quando a data final era colocada no LOW e a inicial no HIGH. Bizarro.

A transacção que queria chamar outra e não podia

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O Manelinho criou a transacção ZFB01 associada ao programa ZFB01 que faz lá umas coisas e depois faz CALL TRANSACTION à FB01. A seguir veio o Joãozinho e correu a transacção ZFB01. Conseguiu começar a corrê-la porque tem permissões para a transacção ZFB01. Mas a meio teve um erro porque não tem permissões para a transacção FB01. Tanto o Manelinho como o Joãozinho sabiam que os administradores de sistema nunca na vida deles darão ao Joãozinho autorizações para correr a FB01.

ASSERT vs Excepção

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Quem lê o Abapinho sabe quanto gosto de classes de excepções. No entanto, este não é o único mecanismo que o ABAP disponibiliza para controlo de erros. Há outro, chamado ASSERT, que devia ser mais usado, e que hoje trago à baila.

Obtém o texto mais profundo de cadeia de excepções

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Nos dias que correm se não estás a usar objectos és totó. Se usas objectos, espero que estejas a seguir a boa práctica de usar classes de excepções. E se usas classes de excepção é bom que entendas a melhor forma de as usar, particularmente as vantagens de as encadear. Com tudo isto esclarecido, chegamos ao que nos traz aqui hoje. No artigo sobre cadeias de excepções mostrei como, para obter o texto da excepção mais profunda, a que foi inicialmente espoletada, se pode fazer um DO WHILE:

Como devolver um REF TO data sem fazer asneira

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Tenho usado cada vez mais referências em ABAP. Primeiro usava REF TO só para classes mas vou percebendo cada vez mais as vantagens de as usar também para estruturas de dados. Mas, tal como acontece em C++, há que ter cuidado quando se lida con referências para dados pois facilmente a coisa pode dar para o torto. Neste artigo tento mostrar como usar e como não usar o REF TO data. Comecemos por ver um exemplo de como não usar:

O estranho caso da estrutura parcialmente protegida

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Estava a tentar actualizar uma linha de uma SORTED TABLE e não estava a conseguir.

Passei-me ao passar o SY-TABIX por parâmetro

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No outro dia aconteceu-me uma coisa muito estranha. Estava eu a passar o SY-TABIX como parâmetro para dentro de um método quando reparei que cá fora era 1 mas quando lá chegava dentro era 0. Muitíssimo bizarro. o_coisificador->que_coisa_bizarra( sy-tabix ).

Converte classe de excepção numa BAPIRET2

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Há uns tempos escrevi um artigo a explicar uma forma de converter automaticamente excepções clássicas em classes de excepção. Hoje uso esta técnica em quase todas as classes de excepção que crio (e até já melhorei a coisa mas noutro dia falo disso). Esta dica explica exactamente o contrário.

Comparar versões ignorando as indentações

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Quando se compara versões por vezes aparecem várias diferenças mesmo quando não fizemos alterações ao código. Essas diferenças podem ser simplesmente consequência de um Pretty Printer que altera as indentações do código. Isto torna a comparação muito difícil e confusa. Mas o ABAP Workbench prevê isso e permite configurar o comparador de versões para ignorar indentações e até comentários. Basta carregares em F5 ou ires ao menu “Display Format > Settings” e adaptá-lo às tuas necessidades: