Nome do system SAP no título da janela

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O cliente onde estou a trabalhar tem mais sistemas SAP do que há vulcões no Chile. E, claro, é inevitável que eu tenha sempre montes de sessões abertas para vários destes sistemas. Ora, quando estão minimizados, não é possível saber a que sistema corresponde cada sessão. Quer dizer, não era, porque agora já é:

Bom rato

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Boa parte dos meus amigos quando compra um computador novo preocupa-se imenso com a velocidade do CPU e a velocidade do disco e a velocidade da memória e a velocidade do raio que os parta. E depois compra um rato de 1200$00 e um teclado de 1400$00. Ironia. Enquanto o CPU e o disco e a memória e o tal raio que os parta acabam quase sempre por ser bastante desperdiçados, o rato e o teclado são usados por inteiro durante a totalidade do tempo de utilização do computador. Quantas vezes não pego num rato alheio que para que ele se chegue a um ícone quase tenho de lhe atravessar umas chapadas, só porque o rato é de má qualidade ou porque o seu dono nunca se deu ao trabalho de usar um tapete apropriado. Não faz sentido. Para quem, como eu, faz do computador a sua ferramenta principal de trabalho, a forma como se interage com ele deve ter o menor atrito possível, deve facilitar e não dificultar.

Executa comandos no computador do utilizador

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Já há uns tempos que o Abapinho não mexia com o fogo. Hoje mexerá.

Porque hoje mostrará como executar comandos DOS na máquina local do utilizador. Quando tiveres terminado de ler este artigo estarás apto a formatar o disco rígido de todos os teus utilizadores. Lidar com o perigo ajuda-nos a tomar consciência do poder que temos e da responsabilidade que vem junto com ele. Querido leitor, segue a tua consciência.

O SAPlink

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O SAPlink é um programa Z que se instala no ambiente de desenvolvimento e que permite importar e exportar os mais variados tipos de objectos do Workbench.

Olha aqui exemplos de como o SAPlink pode ser usado:

  • Transferir uma tabela de um sistema SAP para outro

  • Partilhar uma classe na Internet

  • Fazer um backup local de segurança de um conjunto de programas antes de fazer uma alteração perigosa

  • Guardar um desenvolvimento no nosso repositório pessoal (no Evernote, claro) para o caso de vir a precisar dele mais tarde noutro projecto

  • Etc.

Vantagens do LIKE LINE OF

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Partamos do princípio de que és uma pessoa com alguma dignidade e que por isso já não usas tabelas internas com HEADER LINE ;)

Posto isto, imaginemos que declaras uma tabela interna:

Manter grupos de autorização de manutenção de tabelas

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Há alguns projectos em que o grupo de autorizações associados à manutenção de tabelas é sempre &NC;&, ou seja, &N;ão cuidado&. É sinal de que lá é tudo amigo e ninguém faz mal a ninguém. Mas há outros projectos em que os grupos de autorização são levados a sério. O que não é sinónimo de dizer que estão organizados. A sério ou não, o normal é acabar tudo uma grande salgalhada onde ninguém sabe quem é que está autorizado a fazer o quê.

Esta dica talvez ajude.

INSERT e APPEND com ASSIGNING FIELD-SYMBOL

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A verdade nua e crua, custe o que custar, é que as estruturas estão fora de moda. Agora o que está em voga é FIELD-SYMBOLS.

Quando fazes um LOOP a uma tabela interna, claro que também usas ASSIGNING FIELD-SYMBOL em vez de INTO estrutura, não é?

Mas o que me lixava era o APPEND e o INSERT. Ainda não sabia como evitar usar uma estrutura para adicionar registos.

Ninguém liga ao LISTBOX

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Por alguma razão misteriosa, a LISTBOX é uma funcionalidade pouco utilizada nos ecrãs de selecção do SAP. E, no entanto, na web está por todo o lado. Vá-se lá saber porquê.

Caro leitor, proponho que atentes nas suas vantagens:

Entrevista a Mauricio Roberto Cruz do ABAPZombie

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Depois de o site irmão ABAPZombie (grande site brasileiro sobre ABAP) me ter entrevistado há uns meses atrás, aqui fica finalmente a minha vingança Zômbica. Entrevistar o Mauricio foi muito simples porque as perguntas que me fizeram são tão boas que resolvi virá-las contra o feiticeiro (Mauricio, espero que não leves a mal ter-tas usurpado!). As suas óptimas respostas ajudarão certamente os leitores portugueses a terem uma ideia de como funciona o mercado ABAP lá no Brasil:

SAPagaio

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Na SE38, e cria um programa com o seguinte código. Depois liga o som do teu computador e faz F8.

INCLUDE ole2incl.

DATA :
  ole     TYPE ole2_object,
  voz     TYPE ole2_object,
  texto   TYPE string.

CREATE OBJECT voz 'SAPI.SpVoice'.

texto = 'Olá eu sou o SAP e falo português com sotaque estrangeiro'.

CALL METHOD OF voz 'Speak' = ole
   EXPORTING #1 = texto.

Nota: o papagaio ficou de fora na foto, só apanharam a arara com que ele estava a conversar :)