SELECT comparando 2 campos da própria tabela

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Esta dica é simples e rápida mas aposto 200$482 em como poucos a sabem.

Criar RANGEs no DDIC sem ficar com os dentes a ranger

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Cada vez uso mais RANGEs. Uso-os ao pequeno-almoço, ao almoço, ao jantar e fora das refeições. É como o molho de soja. Umas colheradas daquilo e fica logo tudo mais saboroso.

Bloquear dados em tabelas Z sem objecto de bloqueio

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Até há dois dias atrás, se eu precisasse de criar entradas de bloqueio numa tabela ZCOISO criada por mim iria à SE11 criar um objecto de bloqueio para a tabela ZCOISO para depois poder usar os módulos de função gerados pelo objecto de bloqueio para bloquear os dados.

Mas agora já não.

Manter grupos de autorização de manutenção de tabelas

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Há alguns projectos em que o grupo de autorizações associados à manutenção de tabelas é sempre &NC;&, ou seja, &N;ão cuidado&. É sinal de que lá é tudo amigo e ninguém faz mal a ninguém. Mas há outros projectos em que os grupos de autorização são levados a sério. O que não é sinónimo de dizer que estão organizados. A sério ou não, o normal é acabar tudo uma grande salgalhada onde ninguém sabe quem é que está autorizado a fazer o quê.

Esta dica talvez ajude.

Belos diagramas de relações de tabelas

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O Rui Dias mostrou-me um site onde podes ver as relações que qualquer tabela standard tem com as outras.

Por exemplo para a T012. E se experimentares com a KNA1 é ainda mais giro.

Gostas? Eu gosto.

Obrigado Rui Dias.

O Abapinho saúda-vos.

Ponto e vírgula ou vírgula e ponto?

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Há números com pontos, há números com vírgulas e há números com pontos e vírgulas. O problema é que também há números com vírgulas e pontos. É que há vírgulas que são pontos e há pontos que são vírgulas, conforme a tua terra, ou seja, conforme as configurações do teu utilizador. Quando se importa um ficheiro com números decimais, há que converter esses números do seu campo alfa-numérico em campos numéricos. Não é incomum ver-se essa conversão feita à mão. E também não é incomum vê-la feita com os pés. Mas há um módulo de função que nos simplifica a vida e faz a conversão de forma automática e transparente:

Atender o cliente ou aviar o freguês?

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Em todo o lado onde se use o elemento de dados KUNNR, a sua descrição diz “Cliente”. E se quiseres mudar a descrição deste campo de “Cliente” para “Freguês”? “Freguês” é tão mais bonito! Ou imagina que a empresa para quem trabalhas trafica droga e te diz que gostava que no LIFNR aparecesse “Dealer” em vez de “Fornecedor”. Claro que nos ecrãs e relatórios Z podemos descrevê-lo como quisermos mas… e nas transacções standard?

Como encavalitar tabelas

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Às vezes temos de criar uma tabela Z. Às vezes temos até de criar várias tabelas Z. Às vezes estas tabelas estão relacionadas de alguma forma. Como quando uma contém dados de cabeçalho e a outra dados de item, por exemplo. Ora se estão relacionadas pode dar jeito que sejam editadas em conjunto. É para isso que servem os Clusters de Visão (view cluster).

As estruturas PRE-a-porter

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Quantas vezes não é necessária uma pequena estrutura para guardar, por exemplo, uma lista que relacione materiais e centros. Mas perder tempo a inventar a roda é sempre de evitar.

No reino do MM há uma pequena família de estruturas que uso amiúde: são elas as PRE*, uma série de estruturas que vai desde a PRE01 à PRE50, com uns saltos pelo meio. Embora sejam, na sua maioria, específicas demais para servirem algum propósito, há algumas úteis. Eis uma dúzia: