Debug em janelas de diálogo modais

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Há determinados momentos em que não é possível fazer /H para iniciar o debugger. O caso mais comum é durante uma janela de diálogo modal (aquilo que os estrangeiros chamam de popup ). Mas há uma forma simples, ainda que rocambolesca, para o conseguires:

Análises parciais na SE30

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Claro que já conheces a transacção SE30 (Análise de tempo de execução) e claro que a usas amiúde para analisar programas standard e descobrir nele tabelas, funções, BADIs e quejandos.

Ora se fores como eu, manténs uma relação de amor-ódio com esta transacção: se por um lado a amas por graças a ela consegues ver as entranhas de um programa sem ter de fazer debug, por outro lado odeia-la porque normalmente a lista de entranhas costuma ter milhares de linhas e tornar-se ingerível.

SAT - A nova ferramenta de análise de execução

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Desde pequenino que uso a transacção SE30 para duas coisas diferentes:

  • Analisar um programa que desconheço (normalmente standard) para saber que funções usa, que BADIs disponibiliza, etc;

  • Analisar um programa meu em busca de problemas de performance.

A verdade, nua e crua, é que a transacção SE30 é uma porcaria pegada. Extremamente limitada e inflexível, não dá jeito nenhum para qualquer análise mais complexa.

Aparentemente os senhores da SAP concordam e resolveram substitui-la pela fantástica nova ferramenta SAT - ABAP Runtime Analysis , em tudo mais sofisticada. Pode ser acedida, como seria de esperar, através da transacção SAT.

Depuração telepática

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Imagine o seguinte cenário: um utilizador (ou utilizadora) está sentado no escritório dele, a correr uma transacção ou não sei o quê. Tem um problema e chama um programador (ou programadora) para o (ou a) ajudar a entender o que se passa. Normalmente o programador (ou programadora) teria de se deslocar lá, à sala do senhor utilizador (ou senhora utilizadora) e das duas uma: fazer debug no computador dele (ou dela) ou aprender como recriar o problema e depois fazer debug no seu computador.

Procurar uma BADI no palheiro

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O SAP é um enorme palheiro. E os ABAPers são pessoas que trepam por esse palheiro acima e nele vasculham e escarafuncham em busca de agulhas de todo o género. Às vezes, desesperados, deitam-se a descansar e vêm uma quantidade enorme de bicharocos que vivem no palheiro fazer-lhes comichão. Para evitar que isso aconteça, o Artur Moreira propõe-nos uma série de diferentes técnicas para procurar BADIs neste grande palheiro que é o SAP.