
Classes. Sempre as houve entre as pessoas. Mas no ABAP ainda há poucos que as tenham em conta. Se ser classicista na sociedade pode resultar em pedantismo, no ABAP, a única luta de classes é a que alguns travam para que estas sejam mais usadas.
Há dois tipos de classes: as globais e as locais. As globais são criadas na transacção SE24. As locais, que por sinal dou por mim a usar cada vez mais, são feitas declarativamente na SE38. Se soubermos que a nossa classe vai ser usada amiúde, faz sentido criá-la global. Se, pelo contrário, a classe for particular a um programa, não há porque fazer dela um objecto autónomo, bastando assim criá-la local ao programa que a vai usar.