Aquele sistema RFC está vivo?

images/thumbnail.jpg - Thumbnail

Queres invocar uma função RFC noutro sistema mas, porque não és necrófago, só o queres fazer se ele estiver vivo.

Precisas então de uma forma de saber se esse determinado sistema destino RFC está vivo.

Como fazes?

O Charles Santana faz assim:

DATA: rfcdest         TYPE rfcdest,
            ping_status TYPE /sdf/e2e_traffic_light_numeric.

CALL FUNCTION '/SDF/RFC_CHECK'
  EXPORTING
    iv_destination = rfcdest
    iv_ping        = 'X'
    iv_logon       = 'X'
    iv_latency     = 'X'
  IMPORTING
    ev_ping_status = ping_status.
if lv_ping_status <> 1.
* está morto.
endif.

Obrigado Charles.

O Abapinho saúda-vos.

R3TR vs LIMU

images/thumbnail.jpg - Thumbnail

Espatifaste o sistema produtivo: fizeste uma alteração a um método de uma classe (ou a uma função, vá). Outra pessoa faz outra alteração a outro método da mesma classe (ou a outra função do mesmo grupo de funções, vá) e grava-a num transporte diferente. Quando transportas as tuas alterações para produtivo descobres que a classe (ou função, vá) agora tem um erro de sintaxe porque as alterações tinham dependências. Descobres também que agora, e até resolveres este problema, todos os teus colegas funcionais te odeiam.

SAP de aluguer

images/thumbnail.jpg - Thumbnail

Se precisas mesmo de aceder a um SAP e ninguém te deixa e não tens um computador onde o possas instalar ou não tens ciência ou paciência para o fazer, podes sempre alugar.

Executa comandos no computador do utilizador

images/thumbnail.jpg - Thumbnail

Já há uns tempos que o Abapinho não mexia com o fogo. Hoje mexerá.

Porque hoje mostrará como executar comandos DOS na máquina local do utilizador. Quando tiveres terminado de ler este artigo estarás apto a formatar o disco rígido de todos os teus utilizadores. Lidar com o perigo ajuda-nos a tomar consciência do poder que temos e da responsabilidade que vem junto com ele. Querido leitor, segue a tua consciência.

O SAPlink

images/thumbnail.jpg - Thumbnail

O SAPlink é um programa Z que se instala no ambiente de desenvolvimento e que permite importar e exportar os mais variados tipos de objectos do Workbench.

Olha aqui exemplos de como o SAPlink pode ser usado:

  • Transferir uma tabela de um sistema SAP para outro

  • Partilhar uma classe na Internet

  • Fazer um backup local de segurança de um conjunto de programas antes de fazer uma alteração perigosa

  • Guardar um desenvolvimento no nosso repositório pessoal (no Evernote, claro) para o caso de vir a precisar dele mais tarde noutro projecto

  • Etc.

Manter grupos de autorização de manutenção de tabelas

images/thumbnail.jpg - Thumbnail

Há alguns projectos em que o grupo de autorizações associados à manutenção de tabelas é sempre &NC;&, ou seja, &N;ão cuidado&. É sinal de que lá é tudo amigo e ninguém faz mal a ninguém. Mas há outros projectos em que os grupos de autorização são levados a sério. O que não é sinónimo de dizer que estão organizados. A sério ou não, o normal é acabar tudo uma grande salgalhada onde ninguém sabe quem é que está autorizado a fazer o quê.

Esta dica talvez ajude.

A sua password expirou. Mude-a 5 vezes.

images/thumbnail.jpg - Thumbnail

Não é incomum criarmos uma relação emocional com as nossas passwords. Por isso, é sempre com alguma dor que se recebe aqueles abjectos avisos ameaçadores que dizem que “a sua password vai expirar”. Brevemente seguidos pelo duro golpe que recebemos no coração quando surge a inevitável ignóbil invectiva que diz que “a sua password expirou”. Nesses momentos a mágoa é tanta que todas as musas nos abandonam, temos uma cãibra na imaginação e ficamos ali, especados, esquecidos, esvaziados de qualquer ideia que nos ajude a escolher a nossa próxima palavra-chave.

Bate às portas certas

images/thumbnail.jpg - Thumbnail

Para tua conveniência, aqui tens as portas TCP/IP utilizadas pelo NetWeaver Application Server ABAP e pelo Internet Connection Manager (ICM) :