Atender o cliente ou aviar o freguês?

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Em todo o lado onde se use o elemento de dados KUNNR, a sua descrição diz “Cliente”. E se quiseres mudar a descrição deste campo de “Cliente” para “Freguês”? “Freguês” é tão mais bonito! Ou imagina que a empresa para quem trabalhas trafica droga e te diz que gostava que no LIFNR aparecesse “Dealer” em vez de “Fornecedor”. Claro que nos ecrãs e relatórios Z podemos descrevê-lo como quisermos mas… e nas transacções standard?

Mete botões no ecrã de selecção

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Quando num relatório é preciso criar botões para os utilizadores carregarem, normalmente recorre-se ao Screen Painter para criar um ecrã que depois é invocado pelo report com CALL SCREEN. Mas, a não ser que o ecrã a desenhar tenha já alguma complexidade, não é preciso apanhar a valente seca de fazer um ecrã que depois fica para lá. Ecrãs sempre me irritaram.

Mostro aquí um exemplo de utilização de botões num normalíssimo ecrã de selecção recorrendo a um botão chamado PUSHBUTTON e a um truque muito esperto chamado ONLI.

Atafulha o ecrã de selecção de bonecada

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Foi o SAP que nasceu tristonho ou são os SAPeiros que não o alegram?

É verdade que o SAPGui não é nenhum arco-íris nem inspira felicidade ao olhar para ele. Mas ainda assim põe uma catrefada de bonequinhos ao nosso dispôr que podemos usar para o tornar nem que seja um pouquinho mais animado.

E vê como é tão fácil.

Se um desconhecido te oferecer valores, isso é Input

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Num relatório, os valores são normalmente pedidos ao utilizador no ecrã de selecção inicial, antes da execução do programa. Mas e se quiseres pedir-lhe mais alguns valores, interactivamente, a meio da execução do programa?

Uma forma de o fazer é criar um ecrã com os campos desejados e depois invocá-lo com CALL SCREEN. Mas desenhar o ecrã e definir o PAI e o PBO é uma valente maçada.

Outra solução é recorrer às funções POPUP_GET_VALUES ou POPUP_GET_VALUES_DB_CHECKED. São bastante versáteis mas ainda assim algo chatas de utilizar e com algumas limitações.

Ecrãs de selecção com abas

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Os ecrãs de selecção dos programas ABAP têm várias funcionalidades que, embora sofisticadas e simples de usar, são geralmente ignoradas. Aqui mostrar-te-ei quão simples é criar abas para melhor organizar os parâmetros de um programa. Desta vez, excepcionalmente, vou poupar-te à verborreia. É uma aula prática.

ALV com múltipla escolha num ecrã de diálogo modal

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Sabes apresentar, numa janela de diálogo, uma ALV com uma lista de registos permitindo escolha múltipla? Eu não sabia e agora já sei. Vou explicar como é.

Indicador de progresso

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Sabes aquelas barras de progresso que vão indicando quanto falta para terminar um processo? Aquelas que às vezes quando chegam ao fim voltam ao princípio e te deixam frustrado e baralhado sem entender para que servem afinal? Eis como as podes usar num programa ABAP.

DATA: lv_texto TYPE char40,
      lv_valor type i.

DO 10 TIMES.

  WAIT UP TO 1 SECONDS.

  CLEAR lv_texto.
  lv_valor = sy-index * 10.
  lv_texto(3) = lv_valor.
  CONCATENATE lv_texto '%!' INTO lv_texto.
  CONCATENATE 'Já só falta' lv_texto INTO lv_texto SEPARATED BY space.

  CALL FUNCTION 'SAPGUI_PROGRESS_INDICATOR'
    EXPORTING
      percentage = lv_valor
      text       = lv_texto.

ENDDO.

Nota que o cronómetro vai ficando preenchido. Infelizmente o comando WAIT UP TO N SECONDS está limitado a inteiros e por isso não sei como se pode fazer uma contagem mais rápida. Mas já é melhor que nada.

Como encavalitar tabelas

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Às vezes temos de criar uma tabela Z. Às vezes temos até de criar várias tabelas Z. Às vezes estas tabelas estão relacionadas de alguma forma. Como quando uma contém dados de cabeçalho e a outra dados de item, por exemplo. Ora se estão relacionadas pode dar jeito que sejam editadas em conjunto. É para isso que servem os Clusters de Visão (view cluster).

Enfiar um browser dentro do SAPGui

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Quem não gosta de uma promiscuidadezita de vez em quando? Até o Abapinho. É por isso que hoje vos sugerimos que se deleitem a enfiar um browser dentro do SAPGui. E para conseguir isso basta correr este programa na SE38: SAPHTML_R3HTTP_DEMO.

Pronto, ficam a saber. E como há clientes para tudo, quem sabe não se encontre aí pelo mundo algum cliente que invente um problema para esta solução.

O Abapinho saúda-vos.

ALV Grid Control - Manuais de referência

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Os ALVs são poderosos. Mas esse poder vem à custa de alguma complexidade. Além disso, como quase tudo em SAP, funcionam de forma obscura. Aqui ficam dois manuais de referência em PDF. São muito parecidos mas suficientemente diferentes para referir os dois.

Este chama-se BCSRVALV, é da SAP e data de 2001. No site da SAP encontra-se aqui. E aqui também se aprende sobre isto.

Já este chama-se ALV_Grid_Control, é de 2004 e está assinado por um senhor chamado Serdar ŞİMŞEKLER que diz ser turco.