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Pára lá mas não já

Estás a fazer um LOOP AT a uma tabela com 1000 linhas e sabes que a linha que te interessa é a 853. Até há pouco tempo tinhas duas hipóteses: ou carregavas 852 vezes na tecla F8, arriscando-te a carregar 853 e teres de começar tudo de novo ou então criavas um watchpoint com a condição SY-TABIX = 852 ou lá perto e rezavas para que funcionasse.

Agora tens uma terceira alternativa.

Uma alternativa bem mais simples e infalível. Agora já é possível configurar um break-point normal para só parar após N ocorrências. No separador “Ptos.par./watchpts” do depurador, há uma coluna chamada “Ignorar (número)” que define o número de vezes que o break-point é ignorado antes de parar.

break-point-skip

E se reparares mesmo ao lado está uma coluna para criares condições. Se usares estas coisas deixas de ter de usar watchpoints. Nunca gostei deles.

Outra grande vantagem de usar esta técnica em vez dos antigos watchpoints é que nestes últimos não dava para usar field-symbols nas condições e assim já dá. Bom, não?

Obrigado Sérgio Fraga pela dica.

E obrigado Dirk Knight pela foto.

O Abapinho saúda-vos.

3 comentários a “Pára lá mas não já”

  1. Sérgio Fraga Diz:

    Boas,

    outra forma de os criar é colocar um BP normal no código, arrancar com o programa, e quando o debugger parar no dito BP, carregar com o botão direito do rato em cima do BP e escolher a opção: “Breakpoint Condicional”. Depois é só criar a condição desejada e o debugger só pára no BP quando essa mesma condição se verificar.

    Outra vantagem desta técnica é criar breakpoints condicionais em field symbols, que com os whatchpoints é simplesmente impossivel!

    Abc
    Sérgio Fraga

  2. Nuno Godinho Diz:

    Sérgio, essa de já permitir criar breakpoints condicionais em field-symbols é forte! Vou actualizar o artigo com essa informação. Obrigado.

  3. Vítor Pinheiro Diz:

    Acho que te falta falar aqui dos filtros nos breackpoints… ;)
    Que também é uma boa dica para evitar ter breckpoints a parar em tudo que é local…

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