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$PACOTES locais

Todos os objectos criados em SAP têm de estar associados a um pacote.

Até recentemente, quando eu queria fazer um teste rápido criava o objecto no pacote $TMP. Tinha assim a garantia de este nunca viria a ser transportado.

Mas por vezes há necessidade de criar coisas no sistema de desenvolvimento que não pretendemos nunca vir a transportar mas que queremos que lá existam eternamente. Como o ZSAPLINK e o abapGit, por exemplo. Mas se as associarmos todas as pacote $TMP fica uma valente confusão.

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Campos chave de estrutura DDIC

Hoje em dia quando quero criar uma SALV defino sempre a estrutura dos dados no DDIC já com os elementos de dados com as descrições desejadas em vez de os forçar no código.

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Encontra tudo de uma só vez

O editor de ABAP tem sempre coisas novas para descobrir.

Quando faço CTRL-F para pesquisar texto a opção que costumo usar é a “Continuar proc…” (traduções…).

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As APPEND STRUCTUREs fazem mais do que eu pensava

Toda a minha vida ABAPiana usei APPEND STRUCTURES para adicionar campos extra a tabelas standard.

Mas aprendi recentemente que afinal servem para mais duas coisas:

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INSERT wa INTO itbl REFERENCE INTO ref. Bug?

Tenho usado cada vez mais referências em ABAP. Primeiro usava REF TO só para classes mas agora vou percebendo as vantagens de as usar também para estruturas de dados.

Recentemente descobri um comportamento muito lamentável do seguinte comando:


INSERT wa INTO itbl REFERENCE INTO ref.

Mas antes de me queixar sobre isso, dou um bocado de contexto.

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Devíamos ser responsabilizados pela merda que fazemos

Se, ao construir uma ponte, um engenheiro civil fizer mal as contas a ponte cai. Mas não é só a ponte que cai. Esse engenheiro civil provavelmente também cai. Ou pelo menos desequilibra-se. Porque quando fez o projecto da ponte assinou-o, assumindo responsabilidade pelo que fez.

Nós os programadores ABAP não temos esses problemas.

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Pesquisa métodos, atributos, tipos, eventos, etc

Sabes que há uns anos atrás fizeste um método qualquer cujo nome tinha a palavra MALMEQUER. Mas, e agora? Como é que o encontras?

Poderias usar a transacção SE24 para pesquisar uma a uma todas as classes alteradas por ti. Mas eras capaz de demorar algum tempo. Não faças isso.

Experimenta antes usar a transacção SE84:

Transacção SE84

Mais uma forma de ver os parâmetros de um método

Imagina que queres chamar um método mas não sabem quais os seus parâmetros. O que fazes?

Dantes tinhas de usar o pattern ou então abrir a classe numa janela ao lado para ver os parametros do método. Depois apareceu o auto-complete e tornou tudo mais simples.

Mas há ainda outra forma.

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ABAP Code PushDown em HANA

[Artigo por Artur Moreira]

A SAP introduziu a partir da versão 7.4 do ABAP o conceito de Code PushDown, que significa utilizar mais a base de dados para cálculos (agregação de dados, somas e vários cálculos prévios).

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Pesquisa incremental

Quando quero procurar uma determinada palavra num programa ABAP normalmente uso a função de pesquisa carregando em CTRL-F. E depois vou carregando em NEXT para ir encontrando as várias ocorrências da palavra que procuro.

Mas há outra forma. E não é melhor nem pior. É simplesmente diferente: a pesquisa incremental.

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Passar tabelas internas por valor é bom

Quando um método devolve um valor como RETURNING este é sempre passado por valor e não por referência. Muitas vezes faço métodos que devolvem tabelas internas, algumas bastante grandes. Mas sempre me preocupou a ideia de que, como está a ser devolvida por valor, o ABAP devolva uma cópia da tabela interna, algo que pode ter impacto na performance e na memória que o programa gasta.

Felizmente fiquei recentemente a saber que não é assim.

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INSERT dbtab ACCEPTING DUPLICATE KEYS

Quando tentas inserir um registo numa tabela que já tenha outro registo com a mesma chave primária o programa faz dump. O que em alguns casos é uma chatice porque, mesmo que te estejas nas tintas, te obriga a verificar antecipadamente se aqueles chaves já existem na tabela.

Mas o ABAP prevê esses casos e dá-te uma solução:



INSERT dbtab FROM TABLE itab [ACCEPTING DUPLICATE KEYS].

Não te preocupes que quando acrescentas o ACCEPTING DUPLICATE KEYS não violas a primeira lei da termodinâmica: os registos não são inseridos. A única diferença é que o programa não faz dump. O que pode dar jeito nos casos em que não estás preocupado com o que estás a inserir.

O Abapinho saúda-vos.

Exporta e importa as configurações do ABAP Workbench

Às vezes as coisas estão mesmo debaixo do nosso nariz e não as vimos.

No meu cliente actual trabalho com um montes de sistemas diferentes. Quando altero a configuração num deles muitas vezes, por preguiça ou esquecimento, acabo por não o fazer nos restantes.

Mas há uma forma simples de copiar de uma só vez todas as configurações do ABAP Workbench de um sistema para outro.

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Usa o Editor de Tela Dividida na comparação de versões

Por defeito a comparação de versões é horrível. Mostra as duas versões numa única coluna, com as diferenças destacadas, o que resulta numa grande confusão. É a coisa menos práctica de sempre.

Mas não tem de ser assim.

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Descobre as diferenças com a SE39

Estava há pouco a fazer QC a um programa que criaram chamado ZSDFAKSPE com quase 1000 linhas e nenhum comentário. Uma óbvia cópia de um programa standard chamado SDFAKSPE.

Decidi então usar o Editor ABAP de tela dividida (Split screen editor) que está na transacção SE39. Introduzi o nome do Z e do standard e depois pude compará-los lado a lado.

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